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2009/03/28

Grandes aventuras de jvk no... Egito?

Depois de conquistar o Alasca em três meses de operações undercover (que incluíram uma aparição em um famoso programa de televisão disfarçado de Sarah Palin – e aposto que vocês não suspeitaram!), um terço do meu objetivo primário foi cumprido.

(A saber, os outros são conquistar o Acre – que não existe – e o coração da Fer Canofre, que é a mais difícil de todas, ainda mais se ela ler isso)

Entretanto, como a vida não pára, uma nova missão apareceu e me levou ao outro lado do mundo, nas terras arenosas do Egito, onde, em companhia do casal Fuxo (a saber: Portela e Natália), salvamos o mundo, ainda que meio a contragosto.

Infelizmente, prometemos jamais comentar acerca desses eventos (o que acreditamos ser o melhor, apesar de perdermos as piadas).

Entretanto, trago nossa experiência no museu de história local, onde visitamos em um dia de férias. As fotos a seguir são apenas alguns exemplos das nossas aventuras.

O grosso do material, entretanto, foi confiscado pelo serviço secreto egípcio, uma entidade subordinada ao Sexteto Sinistro (o que os agentes não sabiam).



Porque não tinha como começar sem pornografia.


O que poucas pessoas sabem é que os egípcios já tinham computadores. Você pode até achar que eles eram um povo avançado, mas na verdade esse desenho foi feito no PaintBrush.


A prova é que eles já tinham inventado o mouse.


Ao contrário do que supunha os estudos históricos clássicos, os faraós também cagam.


Acompanhe na nossa galeria outras fotos dessa singela visita, inclusive algo muito feio que aconteceu.

A grande lição dessa história é que, ao contrário do que pensamos, não havia nenhuma menção ao Enigma do Milênio, o que é uma pena.

P.S. Qualquer semelhança com a exposição do Egito no Bella Cittá é mero holograma.

2008/10/28

Lar, doce lar

Acabo de fazer uma visita a um dos pátios aqui de casa. Fiquei por lá menos de 30 segundos, o que me foi suficiente para perceber o calor que está lá fora. Não saber o clima é uma das desvantagens de morar em uma casa com temperatura fixa.

A vantagem, claro, é que dentro é sempre fresco (ui). Isso graças ao grande visionário que era meu avô, que construiu essa casa com paredes grossas e outras técnicas absurdas de construção, cuja natureza eu nem penso em contemplar, mas que deixam um gordo nerd recluso como eu a vontade em quase qualquer época do ano.

Considerando que quem constriu essa casa foi meu tio, o parágrafo acima faz pouco sentido. A construção, mesmo assim, guarda um passado negro: foi, nos anos 60 ou 70 (não sei), um local de torturas (consultório de dentista). O que não isenta a responsabilidade do grande visionário (e repito isso propositalmente) que foi meu avô. Ele faleceu no início do século (2001 ou 2002, esse tipo de data me escapa), o que não o impediu de causar a morte de uma ou duas pessoas alguns anos depois (sério!). Mas essa é uma história para outra hora. A lição que fica é que meu lado sanguinário vem de família. E nenhum homem, em sua calma e tranquilidade sem igual, era mais assustador que meu avô.

O legado dele, já frisei, foi esta casa. Construída, estranhamente, pelo meu tio. O único homem que conhecia os complexos segredos do emaranhado de fios e da tubulação. A arte secreta foi transmitida, pouco antes de sua morte, ao meu pai.

E até hoje, quando alguém precisa subir até o sótão com objetívos eletricistícos, é ele que, mesmo morando fora, se obriga a vir aqui e guiar a pessoa pelo complexo acima das nossas cabeças. Meu pai não me transmitiu os segredos da casa. Possívelmente porque eu pouco me interesso: prefiro aprender o lendário segredo do pudim da vó.

Claro que isso são só e somente conhecimentos tecnicos. Segredos e verdades ocultas, posso garantir que sei mais que meu pai. Afinal, ao contrário dele, já utilizei a casa para coisas mais assustadoras que a mera mente humana pode contemplar (que exagero!). Só para citar: uma vez até um ritual de invocação foi feito aqui. E não me refiro ao demônio sarcástico: aquele trouxe muitos outros problemas.

Certa feita, como bem poderá lembrar o Portela, até uma vela foi acendida. Mas a maior de todas, que também envolve o Portela, foi uma noite em que nadamos às escuras (a Nati sabe bem o porquê). E como (quase) tudo o que aconteceu envolve o Senhor do Metal, também há a história do maiô. Mas essa já é de domínio público.

E teve uma vez, no final de 2001, em uma janta de despedida, onde um colega proferiu as seguintes palavras de desespero:

Zeh: Socorro, estou preso no canil!

Minha casa não tem áreas secretas como a do Robson, muito menos a mesma quantidade de banheiros (perde por um). Mas já aconteceu bastante coisa por aqui. Considerando que a minha irmã também fez muita festa por aqui, prefiro parar de pensar no assunto.

Mas por mais que meu pai, minha irmã e eu saibamos coisas, ninguém, repito, ninguém explorou mais o terreno que nossos cachorros. Se tem alguém que anda por aqui de olhos fechados, é a Gaby.


(João Vicente Kurtz acredita do fundo do coração que a Gaby, suprema matriarca da casa, será a próxima receptáculo dos segredos da construção. E ela vai enterrar todos nós – alguns, literalmente)

2008/10/12

Reflexos de meio mês

Após um final de semana conturbado, chega a hora de fazer mais uma revisão do que tem acontecido nos últimos tempos. Pra começar, semana passada teve eleições, um assunto que já tratamos aqui. Nas reuniões de família (e a minha mãe) comprovam que meus prognósticos eleitorais se confirmaram. Nada mais diremos sobre esse assunto, até levarmos algumas curiosidades para a câmara de vereadores e conseguirmos declarações dos próprios sobre os números da votação.

Fora isso, a monografia parece que finalmente deslanchou. Após uma agoniante espera por bibliografia nova, acompanhadas de verdadeiras aventuras às livrarias da cidade, seguida por trocas de indicações com a Ju, a pilha de livros em cima da cama finalmente começa a servir para alguma coisa. A estimativa de completação do texto é de 30% (com margem de erro gigante!), o que rendeu uma bronca do orientador: "a monografia deve estar pronta em um mês!". Estamos trabalhando nisso!

Aproveitando a oportunidade, não custa nada lembrar o aniversário de uma pessoa fez aniversário nesse sábado (a redundância é proposital!): nossa querida musa e ruiva oficial - Vanessa, a Mulher-Agridoce. A idéia era escrever um texto maior, porém uma imagem vale mais que mil palavras:


Foto: João Vicente Kurtz/MBB
Nossa musa posando para o finado podcast

Em outro tópico meio nada a ver, sinto informar que trai a mim mesmo e aproveitei o início da temporada de outono para assistir quatro novas séries de animação japonesa. A primeira seção delas se deu ontem à noite, antes da janta. Mais detalhes amanhã, quando eu e Thiago Sikora apreciarmos as séries. Espero.

Recomendação de leitura: Depois de duas semanas, um total de quatro (ou cinco?) indicações de blogs apareceram na lista. O ideal seria começar com um critério histórico, porém resolvi iniciar divulgando o blog do poeta Julio Perez. Esse link já estava na nossa lista há mais de um ano, mas o coloco aqui devido aos e-mails que temos trocado, que me lembrou a importância de nós blogueiros nos ajudarmos mutualmente. É uma pequena tentativa de unificar a emergente blogosfera passofundense. No blog pode-se encontrar poesias e contos. Comentem lá e vamos iniciar o debate!

Para terminar, aquele abraço para as pessoas que fizeram aniversário, mas não avisaram e deixaram a data passar em branco. E para aqueles que fizeram xixi no peito do Tex festa surpresa. Porque se for agradecer todo mundo que passou por aqui nas últimas duas semanas dá mais meia hora de texto:

  • Clarissa Ganzer

  • Felipe Portela (o teu abraço é por trás, porque tu tava com o anus em festa)

2008/08/29

O sabão de côco e o salário do Portela

Foto: João Vicente Kurtz/MBB
O sabão de côco, depois de pronto

Há muitos e muitos anos atrás, em uma época em que as Garbage Pail Kids desfilavam nas madrugadas passofundenses e a Inviolável era chamada para atender estranhos chamados de pessoas de pantufas, existia um trio. E certa vez esse trio foi jantar na casa do Robson.

Um aviso aos exploradores de primeira viagem: uma vez dentro dos estranho mundo que é o Feudo, jamais vá para um lugar onde o Robson ainda não esteve. E, ao entrar na cozinha, cuide ao lado da televisão, pois é lá que a mãe dele deposita algumas das mais deliciosas guloseimas já vistas.

Certa feita, havia, nesse lugar mágico, um pote recheado com tijolos brancos que, ao adentrarem a boca de algum pobre mortal desavisado, deixam por onde passam um delicioso sabor de côco. Uma vez, com a barriga cheia do doce, disse o Portela:

- Eu aceitaria ser pago em sabão de côco ao invés de dinheiro!

E é sabendo disso que agora, anos depois do incidente, publicamos aqui a receita da sobremesa, enviada pelo próprio Robson:

Ingredientes:
1kg de açúcar
100g de côco
1 copo de água (250ml)
1 lata de leite em pó (400g)

Modo de fazer:
Deixar uma forma forrada com papel alumínio, para quando a rapadura estiver pronta já virar.
Colocar o açúcar, o côco e a água em uma panela, deixar ferver.
Quando começar a ferver, deixar mais 7 minutos (não ultrapassar). Essa é a parte mais difícil, cuidado!
Após desligar o fogo e acrescentar bem rápido o leite em pó, para não esfarelar a rapadura.
Colocar imadiatamente na forma e, quando ainda estiver quente, ajeitar na forma.
Após 5 minutos, cortar para não tomar consistência.

2008/07/28

Armadilha dupla

Foto: João Vicente Kurtz/MBB

(cena: Casamento do Portela. Robson está sentado na mesa, em frente ao balde de gelo e refrigerantes. Ele coloca a mão em uma garrafa de vidro com líquido negro dentro...)

Robson: Olha, como eles são espertos! Já deixam a coca aberta para chocar mais rápido!

jvk: Eu não teria tanta certeza se fosse tu...

(Robson retira a garrafa do balde...)

Robson: Argh!




O Sexteto Sinistro
Fossatti | Kurtz | Leonardo | Rabello | Robson | Sikora

2007/05/14

Nos tempos do Portela amarelo, antes do café ser perfeito

Essa é uma história de um tempo em que homens eram verdadeiros homens, mulheres eram verdadeiras mulheres e pequenas criaturas verdes de Alpha Centaury eram verdadeiras pequenas criaturas verdes de Alpha Centaury. Estamos nos tempos do Grande Império, uma era de grandes aventuras e pessoas corajosas. Ninguém era pobre neste período, pelo menos ninguém que importasse.

É assim que Douglas Addams introduz a ação em um dos livros da série Guia do mochileiro das galáxias. Quando o autor inglês remete a tempos antigos, onde as coisas eram melhores, ele não está falando apenas por si, já que todos temos essa era saudosista na memória.

Não é uma apologia ao Grande Império, queremos lembrar de tempos ainda mais recentes. Nos nossos grandes tempos, rappers eram real rappers, ops eram real ops e clanzinhos infantis de irc brigavam para ganhar reputação em um ambiente que só existia nas suas cabecinhas vazias. Algo como um protótipo de Second Life, onde a única representação gráfica era um emoticon colorido. Nesse ambiente, pós-moderno por natureza, havia somente uma certeza: metaleiros sempre seriam metaleiros. Um dia, nossa certeza se foi.

Essa é a fase que conhecemos como Coffee Tour: a busca do café perfeito. Nossa procura nos levou a diversas cafeterias cidade afora, provando expressos e mais expressos, cappucinos ou qualquer coisa que tivesse cafeína. Uma tarde, nos juntamos e fomos ao encontro do Portela, nosso metaleiro de plantão. Ele nos esperava na esquina do Bella Cittá, mas não sabíamos qual. Giramos e giramos em busca daquele cabeludo, vestido com camiseta preta de banda. Uns dez minutos de procura e o encontramos.

Era uma quebra de paradigma. Portela estava parado na frente da Pompéia, as mãos no bolso, óculos escuros no rosto e uma berrante camisa polo amarela. A vida nunca mais seria a mesma depois daquele dia. Havia caído nosso símbolo de resistência àquelas transformações da vida adulta, que se impunham diante de jovens inconseqüentes que mal haviam aprendido a dirigir.

No Clube dos anjos, Veríssimo usou uma frase que cai como uma luva para descrever o impacto emocional que sofremos: "Senhores, chorei, pois agora tudo o que nos resta é o declínio", ou algo assim. Era uma profecia para tempos piores. A busca do café perfeito terminou em algumas semanas e foi bem sucedida, apesar dessa vitória aparecer em condições um tanto, digamos, decepcionantes. Mas essa já é outra história.

Repercussão técnica

Um dos recursos mais interessantes do Pidgin (ex-GAIM) é o buddy pounce. Como diria o Tex, "é o oro". Com ele, você pode programar o aplicativo para realizar as mais diversas reações em resposta a atos dos seus contatos. Para demonstrar o potencial utilitário e - por que não? - humorístico do recurso, programamos o Pidgin para chamar o Portela de gay toda a vez que ele começasse a escrever algo. Veja em seguida os resultados:

jvk: Vamos ver se funciona
jvk: gay
Portela: gay seu puto
jvk: gay
Portela: lerolero
jvk: gay
Portela: jejeje
jvk: gay
Portela: fef
jvk: gay
Portela: fe
jvk: gay
Portela: fef
jvk: gay
Portela: ef
jvk: gay
Portela: ef
jvk: gay
Portela: ef
jvk: gay
Portela: efe
jvk: gay
Portela: f
jvk: gay
Portela: ef
jvk: gay
Portela: ef
jvk: gay
Portela: ef
jvk: gay
Portela: FUNCIONA ¬¬
jvk: adoro esse programa
jvk: gay
Portela: babaca
jvk: gay
Portela: to ocupado mesmo :-O depois vc testa GAY x GAYM

É importante notar que a experiência foi um tremendo sucesso. Por outro lado, decidimos não acatar a sugestão um tanto, digamos, pornô do cruzado do eterno metal por não querermos nos envolver em suas atividades suspeitas com testes anais. Coitada da Nati.

2007/04/11

Casal Fuxo anuncia noivado

Felipe Bonato Portela e Natália Quadros de Mello noivaram neste sábado em uma janta para familiares, familiares de familiares, amigos e especialmente pra você. Além de muito pão com lingüiça, os convidados puderam se divertir com três tipos de sobremesa diferentes e muitas piadas engraçadas. A hora do pedido foi tedioso devido à quantidade incrível de pessoas dizendo a mesma coisa e referências a Deus (representado nas festividades pelo Tex, como frisou a mãe do Portela, Dona Lena). O momento mais tenso da noite aconteceu quando o pai da noiva ameaçou não permitir o noivado. "Mas que se dane! Mesmo que eu quisesse proíbir vocês iam continuar com essa história! Vamos brindar!", afirmou.

Perguntado sobre o futuro, Felipe Portela respondeu que "pão com lingüiça é a melhor comida do mundo!".

Mudança de rota
Seria o fato do Fernando se mudar para um beco chamado Evaristo Tagliari apenas coincidência?

2007/04/02

A vida como ela é

Foto: João Vicente Kurtz/MBB

É fato conhecido e popular que as coisas nem sempre são o que parecem ser. Por exemplo, a Center Color, depois que o Portela saiu, economizou tanto em papel higiênico e bom ar que sobrou um dinheirinho extra para fazer uma reforma em sua fachada.

2006/10/17

Apotrelagem

jvk: só q tem uma condição
Mareroots: hm..
jvk: n me apotrela mais!
Mareroots: apotrela...
Mareroots: JÁ Sei
Mareroots: É ATROPELA COM PORTELA
Mareroots: quando alguém atropela o Portela
Mareroots: é apotrela
jvk: qndo alguém atropela com Portela, o atropelado é azarado ou mto burro

2006/08/21

Repercussão (2)

jvk: macaco bebum
Osni: huahuahau. Parece o Portela de maiô.

(algum tempo depois, em outra aba...)

Robson: PARECE MESMO!

2006/05/16

Felipe Portela, professor e jornalista de Erechim, tem como hábito a leitura de um jornal que não é natural de sua cidade. Toda manhã, ele abre a porta de sua casa (ou apartamento, tanto faz) e pega no chão um exemplar do Jornal do Comércio. Ele lê tal jornal por ser um dos poucos especializados do estado, ter uma qualidade aceitável e - claro - para poder dizer para os colegas da universidade que entende de economia.

Um dia, inspirado pelos Deuses do Jornalismo, o senhor Portela liga seu computador, abre o word e redige uma carta ao seu amado jornal. O assunto da carta, escolhido a dedo pelo professor Portela, não poderia ser um que não se adequasse aos seus conhecimentos. Após muito pensar, Felipe Portela escreve um texto sobre o lançamento do momento: o filme do Código Da Vinci.

O objetivo do jornalista, com tal texto, é provar sua eloqüência e suas habilidades em juntar fatos aparentemente distintos em um único texto. Felipe Portela não possui os conhecimentos e a genialidade para juntar Star Trek, Indústria Cultural e Tangos e Tragédias no mesmo parágrafo, mas mesmo assim terá o orgulho de, no dia seguinte, ser o homem que adicionou o Papai Noel ao duelo entre a liberdade de expressão e o deputado federal Salvador Zimbaldi (PSB-SP).

O senhor Portela, com o jornal na mão, correrá pelo hall da faculdade mostrando seu feito aos colegas, aos alunos, aos empregados. Até o cachorro do filho do segundo casamento da ex-mulher do zelador vai saber. Felipe Portela só não contará à sua própria esposa porque, graças a idéias brilhantes como relacionar Papai Noel com o Antigo Testamento, ela o abandonou. Porém, apesar dos esforços do professor universitário, ninguém dará a mínima.

Felipe Portela entrará em depressão. Nos próximos dois meses ficará em casa, andando do quarto até a cozinha, da cozinha até o quarto. Eventualmente irá ao banheiro. Ele nunca saberá que sua carta, que blasfemava contra a heresia do Código Da Vinci, foi lida por um ocasional João Vicente Kurtz antes de ser publicada. Esta pessoa, responsável por passar o conteúdo do jornal para o site, foi possivelmente aquela que mais atenção deu à carta do senhor Felipe Portela. Ela só dizia merda.

P.S. Os nomes foram alterados para preservar a identidade do autor. O que não aconteceu.

2006/03/26

Coisas básicas do fim de semana

Era mais um churrasco na casa da Ângela, regado a muito canal pornô, MTV em espanhol e, porque não, NHK (canal de tv japonês). Na cozinha, Tex fazia sua famosa caipira supervisionada por mim para garantir que aquela experiência não se transformasse em mais um soro caseiro andain. Do nada, Tex abre o freezer, saca uma garrafa de passaport e, olhando fixamente para ele, diz:

- Mais tarde vamos resolver nossos problemas!
- Nossa Tex - me intrometi - ainda bem que eu não tenho problemas contigo.
- É mesmo. Sorte a tua.
- Mas não seja por isso, eu arranjo problemas contigo agora.
- Ah é, tu quer arranjar um problema?
- Quero!
- Então vamos arranjar um problema!
- Vamos!

Nisso passa o Portela correndo:

- Eu to me cagandoooooo!!!

2005/11/02

Pessoas que não entendem nada do que a gente fala

jvk: se fudeu, heim? Logo agora q tu vai pra Foz do Iguaçu desmantelam os bingos lá
Portela: pelo contrário ;) Ela adorou a foto hahahahaha

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