Osni: me manda um pudim virtual
jvk: vê se esse basta
2007/10/09
2007/08/30
Mulheres, não esqueçam seus penicos!
2007/04/29
Haja dedos
jvk: passei o dia inteiro na feira dos pequenos animais
MareRoots: tava cheia?
jvk: 43 mil pessoas
MareRoots: NOSSA
jvk: nossa digo eu, q tive q contar de 1 em 1
2007/04/23
A queda do muro de Berlin
Vó Ale: mas se eh nossa tah valendo \o/
jvk: claro
jvk: ela é minha e, por ser minha, é de todas as pessoas q estão comigo. e eu quero mandar um bjo pra elas
jvk: um bjo pro meu pai
jvk: um bjo pra minha mãe
jvk: um bjo pra minha voh
jvk: e um especialmente pra vc, XUXA MENEGHELL
Vó Ale: bjux baxinhu
Vó Ale: riso da xuxa: xuaaxuaxuaxuuuxua
2007/03/28
É sem acento!
Robson: nuss, nem lembrava do Jô Soares
jvk: imagina ele te dando um bjo do gordo
Robson: aaaaaaaaaaarght
2007/02/09
Mais invencível que o Grêmio
Vó Ale: eba
jvk: mtos ebas
Vó Ale: ebas infinito
jvk: Osni ebas
Vó Ale: droga =/
2007/02/05
Porque todo cuidado é pouco...
Tatah: cara me explique, o que tu tem contra a Osni?
jvk: tenho uma escopeta carregada e uma serra elétrica
jvk: eu sei q é pouco
jvk: mas pode ganhar tempo até eu fugir
2007/01/29
As incríveis aventuras de Osni e a tarja preta
Depois do segundo orkontro oficial da comunidade de Animes e Mangás, que ocorreu no Nestor para comemorar o aniversário do (AH) Sikora (que naquela época não era chamado assim) e da sessão de cinema na casa do Robson, onde assistimos ao neoclássico épico entitulado Final Fantasy VII Advent Children, aconteceu de Mansion-sensei (que também não era chamado assim) e eu acabarmos caindo numa finaleira de churrasco andain. Lá encontramos o Tex (que já era chamado assim na época), a Osni e a Nati, amiga deles. Conversamos por um tempo e o Tex me disse a primeira noticia da noite: "To recomendando teu blog pra todo mundo ler".
Decidimos que eu deixaria o carro em casa para seguirmos todos no Cogumelo. E lá fomos nós, Robson e eu, guiando o Silver Kinder pela Vila Fátima afora, sem ultrapassar 40km/h. Afinal, pra que a pressa se era a Osni dirigindo? E foi exatamente isso que eu disse para o Tex quando contei da nossa velocidade, depois de chegar em casa, deixar o carro e pegar a Espiã2. Então a Osni perguntou:
- Kurtz, como tá o teu humor hoje?
- Tu ouviu a piada que eu acabei de fazer?
Tex e Robson, deitados na calçada de uma noite fria de maio, não seguraram a risada histérica e alucinada que os caracteriza, e nós tivemos que fugir rápido antes que alguém reclamasse. Mais adiante, deixamos o cansado Robson em casa. Enquanto ele abria a porta de casa, Tex diz:
- Tá, ele chegou, vamos embora.
- Não! - respondeu a Osni - Espera ele abanar!
Tex olhou para ela com um olhar repressor e, em tom superior, disse:
- Robson não abana para ninguém!
Nesse meio tempo, da porta do Feudo, Robson abanou.
- D'oh! - Foi a reação do Tex.
Meia quadra adiante, enquanto subíamos a rua em direção à Santa Teresinha, passamos pelo corpo de um animal morto que eu quase havia atropelado quando levei o Leonardo para casa.
- Tex! Tu quase atropelou um bicho morto!
Não custa nada lembrar que o Tex, desde que saímos da casa da dinda dele, abraçava, lambia, acariciava - enfim, se enamorava - de uma garrafa quase vazia de Velho Barreiro. Por essa descrição, já dá pra imaginar o estado dele. E, inspirado pelo seu alterado estado de consciência, freiou repentinamente o carro, engatou a ré e estacionou ao lado do corpo do bicho.
- É um gato - disse - E morreu faz pouco, tá com os pêlos duros ainda.
Após a cena do gato morto, seguimos até a Presidente Vargas e de lá para o Esso Morom. Na esquina da Grazziotin, duas mulheres acompanhadas por um homem caminhavam, provavelmente indo para casa depois de uma noite cansativa em algum lugar da cidade. Se ocorreu ou não uma suruba, nunca poderemos saber, mas a frase que a Osni gritou logo depois certamente desencorajou qualquer jogo sexual (pelo menos de nossa parte):
- Uh, gostosa! - Provocou risos, claro, e decidimos continuar com a brincadeira. Uma quadra adiante, um casal se pegava na esquina.
- O que eu grito? O que eu grito? - Pediu a Osni.
- "Ela só quer te comer!" - respondi.
O que ela gritou me escapa à memória, mas causou indignação no carro:
- Era pra gritar "ela só quer te comer"! - reclamou o Tex.
- Ai, ninguém me avisa!
- Mas eu gritei! - protestei.
- Ah, eu não ouvi...
Seguimos então para o Esso. Chegando lá - e não havendo nenhuma pessoa interessante que merecesse nossa seleta companhia, estacionamos o carro e ficamos conversando. Aí algo chamou a atenção da Osni:
- Douglas, eu vi uma faísca!
- Onde?
- Ali embaixo.
- Que estranho, não deveria acontecer isso. Deixa eu ver.
E, dizendo isso, Tex se abaixou (ou o mais próximo disso) e mexeu nos fios. Um pequeno clarão iluminou aquele canto do carro, acompanhado do som típico de faíscas. Em seguida, um grito:
- Ahhhh! - Era o Tex - Queimei meu dedo, queimei meu dedo!
- Vai no banheiro e molha! - avisei, mas foi em vão:
- Tá frio, eu não vou sair do carro!
- Então coloca o dedo na garrafa do Velho! - sugeriu a Osni, preocupada.
- Tá bom!
Tex pegou a garrafa de Velho Barreiro, abaixou os vidros do carro, colocou os braços para fora, abriu a garrafa e despejou seu conteúdo no dedo.
- AAAAH QUE DOR! - Foi o que todos ouviram, não só no carro como no posto, não só no posto como nos arredores, depois disso.
Tex continuou a reclamar por mais um tempo. Quando terminou, lembrou que tinha uma festa na casa do Rushell (ou seja lá como se escreve), na mesma casa onde, em uma noite quente de janeiro, Tex havia discutido com o Pietro e dado início a uma semana inesquecível na casa do Portela. O carro voou pelas ruas vazias da madrugada até a Sete de Setembro, mas as poucas luzes e o som baixo nos diziam que o que quer que estivesse acontecendo lá não era para ser conhecido por pessoas de fora.
Decidimos então terminar a noite e nos dirigimos para a casa da dinda do Tex, onde este ia dormir. Cortando caminho no meio da Vila Luíza, apareceu diante de nós uma lombada. A grande proporção do desenho da placa que a antecedia me lembrou de uma velha piada contada pelo Zeh, três anos antes. E eu já estava me perdendo naquelas velhas lembranças quando o Tex interrompeu o silêncio do carro com um tom de voz levemente triste:
- Agora eu vou dizer a frase da noite. - disse, enquanto todos aguardavam a conclusão.
- OLHA! UMA TARJA PRETA GRÁVIDA! - interrompi, apontando para a placa.
- Ah, eu ia dizer que ninguém me ama e ninguém me quer, mas essa ganhou!
E assim Tex se deixou em casa, Osni assumiu a direção e pegou um caminho para a minha casa mais demorado possível, me fazendo entender que, houvesse eu escolhido o limite de 20km/h antes, assim mesmo teria chego antes dela.
Sopa de letrinhas: uma história de terror
(pra variar, surgiu de uma conversa com a Tene)
Ele adorava sopa de letrinhas. Um dia, se sentou na mesa e ficou brincando com a colher. As letrinhas da sopa de letrinhas mudavam de posição diversas vezes, formando palavras diferentes. Uma hora, elas se posicionaram de forma peculiar. Ele leu: O, S, N, I. Teve um colapso e morreu na hora.
2007/01/22
A Rainha dos Cágados
(idéia original: jvk e Tene)
Primeira temporada
Segunda temporada: Alguns meses depois, Zé Saddam liga a televisão e vê no noticiário que seu amigo Tio Bin foi morto no iRaque. Seu corpo foi empalhado com lã de ovelha negra e exposto em praça pública. Temendo a vingança de Robson, a ovelha negra ginecologista, Zé Saddam convoca toda a Família para se mudar para seu bunker particular, onde ele reune um exército de guarda-costas. Para evitar uma catástrofe, Tex volta ao espaço em busca da lendária pedra andain, que pode dar poderes para quem a tem. Osni então contrata Ale, uma jovem camponesa de nobre coração maneta e perneta como alimentadora das tartarugas pra que a fazenda não vá à falência. Enquanto isso, no bunker, os seguranças de Zé Saddam e alguns parentes distântes começam a morrer um a um. Disposta a evitar a aniquilação da Família, Osni deixa o esconderijio acompanhada de Luiz, o líder do MST, para encontrar Robson e vencê-lo de uma vez por todas. Então o pior acontece quando uma única pessoa invade o bunker e mata todo mundo, incluindo Zé Saddam, em uma cena dramática. Então Osni descobre que na verdade era tudo um plano da Letchi, a filha do Robson, que veio se vingar da morte de sua amada mamãe. As duas se engagam em um combate no qual a Osni é violentamente derrotada. Nesse meio tempo, Tex volta do espaço sem encontrar a pedra andain, então descobre que era na verdade um aerolito que estava guardado embaixo do seu travesseiro desde que ele era criança. Ele leva o aerolito até a Osni, que ganha superpoderes e vence a Letchi. Nesse meio tempo, uma figura desconhecida invade a fazenda e rouba o segredo das tartarugas ninja da Osni. Esse alguém é Robson, a ovelha negra ginecologista, que fica rindo risadas diabólicas na última cena. Fim da segunda temporada.
2007/01/17
Fatality
jvk: lero
Sidi: lero,lero
jvk: super lero
Sidi: master lero
jvk: OSNI lero
Sidi: tá bom
Sidi: parei
jvk: OSNI sempre vence
2007/01/04
A Rainha dos Cágados
(idéia original de jvk e Tene)
Segunda temporada
Este é o título da nossa refilmagem da clássica novela O Rei do Gado. O primeiro parágrafo é a sinopse original, para saberem de onde sairam as idéias (e de onde não saíram). Em seguida segue o histórico e uma sinopse da primeira temporada.
Sinopse do Rei do Gado: Os Mezenga e os Berdinazzi são vizinhos e inimigos mortais. O maior motivo para a rivalidade entre as duas famílias é a cerca que divide suas propriedades. Alheios a esta disputa, os jovens Enrico Mezenga e Giovanna Berdinazzi se amam e fogem para poder concretizar este amor. O casal tem um filho, Bruno, que no futuro transforma-se num grande fazendeiro, o "Rei do Gado". Bruno é casado com Léa, que o trai com Ralf e com quem tem dois filhos: Lia e Marcos. A vida do fazendeiro sofre uma reviravolta quando ele conhece a bóia-fria Luana, por quem se apaixona. Jeremias Berdinazzi é tio de Bruno que ainda alimenta o ódio entre as famílias. Ele tem uma fixação por Marieta, a sobrinha que nunca conheceu, filha de seu irmão Giácomo Guilherme, e decide deixar para ela toda sua fortuna.
Histórico: As ovelhas e as tartarugas são vizinhas e inimigas mortais. Então chegou Zé Saddam, que se aliou às tartarugas e graças a suas tecnicas especiais iraquianas tomou o poder. Após anos de trabalho árduo, Zé Saddam contrói uma fazenda, onde cria tartarugas e escraviza as ovelhas, que tentam muitas vezes se rebelar.Mas as insurreições são todas contidas e a Fazenda Divisa da Cidade cresce e prospera. 50 anos passam até que Zé Saddam seja finalmente vencido pela idade. O poderio das ovelhas graças ao seu mercado negro chega a um nível em que elas quasem conseguem a independência. Forçado a se aposentar, Zé Saddam entrega o comando da fazenda para sua filha Osni, que desenvolve um esquadrão especial de Tartarugas Ninja para pôr as ovelhas no seu devido lugar. Graças a isso, recebe o título de Rainha dos Cágados. É nesse ponto que a história começa.
Sinopse da primeira temporada: Osni é casada com o bom Senhor F., com quem não tem nenhum filho por que ele é brocha. O que ela não sabe é que ele o traí com Ralf (decidimos deixar alguns pontos da história iguais). A fórmula que ela usa para criar as Tartarugas Ninja é seu maior segredo, mas ela não sabe que entre as ovelhas existe Robson, a ovelha negra ginecologista, que fará de tudo para conquistá-lo. Em uma tentativa desesperada, Robson tenta seqüestrar obom Senhor F. para pedir o segredo como pagamento, porém se engana e pega Luiz, o líder do MST, que estava no mesmo local comprando quitutes. Osni então se apaixona por Luiz, apenas para descobrir que o amor entre eles é impossível, já que ele não tem pé. Osni então parte em uma jornada em busca do pé perdido do Luiz e só quando o encontra ela resgata o amado.. Aproveitando a deixa, Robson captura Zé Saddam e ameaça enforcá-lo pelo bigode. Osni parte para a batalha final com suas Tartarugas Ninja mas é derrotada. Quando tudo parece perdido, surge um OVNI dos céus e cai na fazenda. De dentro dele sai Tex, o irmão perdido de Osni que desapareceu quando tinha 10 anos para se tornar um astronauta. Pelo visto ele conseguiu. Tex, com seus 45876 metros de altura, demora um dia inteiro para sair do OVNI e, quando consegue, liga seu TEX MODE ON e começa a suar. O suor leva Robson pra longe, mas ele promete se vingar. Com a paz reestabelescida, todos voltam para casa para comemorar o final feliz. Fim da primeira temporada.
2006/12/22
Por que a palavra Osni não está no dicionário?
(idéia original da Tene)
Essa é uma história verdadeira. Conta-se que uma vez, nos campos de algum lugar esquisito, uma manada de perus corria como que fugindo de alguma coisa. Correndo atrás deles estava a Osni, que os persegue com uma lança em sua mão esquerda e um celular na direita. O celular não tem cartão, mas mesmo assim Osni tenta processar os perus por fugirem da ceia de Ação de Graças.
Correndo atrás da Osni vêm uma cambada de peles-vermelhas, que a perseguem por ter-lhes vendido protetor solar falsificado. Os peles-vermelhas finalmente conseguem alcançar a Osni e a castigam com a morte por transformação em pedra. Em seguida chamam sua velha amiga, a Medusa, para executar a sentença. O monstro mitológico olha nos olhos da Osni, a Osni olha nos olhos mitológicos do monstro e assim se passam 5 minutos. Então a medusa vira pedra - sabão.
Maravilhados com a descoberta, os peles-vermelhas cmeçaram assim a tomar banho e vender sua maravilhosa descoberta pelo mundo, fundando a Johnsons & Johnsons. Os efeitos desse encontro são tantos que o dicionário Aurélio resolve imprimir uma nova versão, a primeira com o vocábulo Osni incluído. Por algum erro de marketing menor, as vendas do dicionário fracassam por que a frase "agora com Osni!", estampada na capa, afugenta os fregueses.
Como o crash das vendas ocorreu perto do natal, a editora presenteou todos os volumes para o Papai Noel, que se viu obrigado a se livrar deles dando-os para Chuck Norris. Maravilhado com a idéia, Chuck começou a ler os dicionários um a um mas, quando encontrou o verbete Osni, também foi transformado em pedra.
Por causa disso, os peles-vermlhas ergueram uma estátua em homenagem à Osni em sua terra natal, feita de pedra-pomo. Todo ano, milhões de peregrinos visitam esta terra (nem tão) santa para passarem seus calcanhares na estátua e acabar com os calos. A melhor definição sobre o fenômeno, por outro lado, veio da Tene: "Dizem que a estátua é milagrosa!".
2006/11/27
Cavanha's blues
jvk: sim, tu tava bebada
Osni: é?
Osni: qdo foi? kk
jvk: em poa
jvk: no cavanha's
Osni: aékk
Osni: lembrei
Osni: não tava bêbadakk
jvk: tu tava com teu irmão
jvk: é óbvio q tava bebada
jvk: se n por mérito próprio, por tabela
Osni: kkkkkkkk
2006/08/21
Repercussão (2)
jvk: macaco bebum
Osni: huahuahau. Parece o Portela de maiô.
(algum tempo depois, em outra aba...)
Robson: PARECE MESMO!
2006/08/08
Porque nem todas as coisas na vida são kk
(o título é uma referência à Osni, já o texto contém tendências freudianas)
Alguns sábados atrás, nem lembro direito qual, fui visitar minha vó e acabei ficando pra janta. Nem sábado era, alias. Era domingo (isso eu lembro porque tinha Simpsons). A vó, com toda a sua delicadeza e fodalidade de vó (minhas duas avós foram condecoradas com o título de livre docência em vó, pra quem não sabe), me sentou no sofá só com o poder da mente e foi para o quarto pegar o telefone e encomendar comida (nem sempre as vós cozinham, mas quando a vó é foda o suficiente, ela ganha o poder de fazer qualquer comida ter gosto de vó, mesmo que não seja feita por ela).
Enquanto a vó falava com o Alemão por telefone (acho) e pedia uma quantidade incrível de comida do Boka, eu peguei o controle remoto e comecei a zapear canais. A televisão da vó é uma antiga da Philips na qual se pode nomear os canais. Um deles - depois de tanto tempo nem lembro mais qual - estava com o nome errado e eu tratei de acessar o menu de instalação e arrumar. Aí depois comecei a zapeação de novo.
A última vez que eu lembrava de ter zapeado os canais da tv da vó foi antes dela se mudar para o edifício, na época que ela ainda morava no último andar do prédio da esquina do Esso Morom e ela e o vô eram obrigados a subir mais ou menos setenta degraus para chegar em casa. Era uma terça-feira, estava quase anoitecendo e eu não lembro que diabos eu fazia lá. Nem o ano eu sei qual era, 2001, 2002, acho. O que eu lembro é que eu estava deitado no sofá, zapeando. Aí o vô chegou em casa depois de uma daquelas caminhadas diárias que ele fazia, na qual ele cumprimentava mais pessoas que o Tex e o Portela juntos em um dia movimentado. Ele entrou em casa, me comprimentou do jeito de sempre ("tudo bem, coração?") e passou o resto do tempo resmungando que a tv ia estragar se eu continuasse a trocar de canais. Mais tarde, ou meu pai passou por lá e me levou embora ou eu larguei pra casa pra fazer outra coisa. No dia seguinte, o vô faleceu.
Eu não consegui ir ao velório. No fundo, eu sentia culpa por ter discordado dele e por não ter me despedido direito. E também não queria ver aquele homem forte e de coração gentil deitado inerte. Meus pais não entenderam o que eu sentia e pensaram que era só birra de adolescente que acha que tem coisas melhores pra fazer.
2006/06/03
2003/10/24
Gostos, cores e amores não se discutem, só os do Xíbéz
Xíbéz: Kurtz, tu és muito legal guri, te amo heterossexualmente.
