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2009/02/28

Grandes aventuras de jvk no... Tio Percy!

Essa é uma historinha curta, escrita só pra passar o tempo e pra não dizerem que fiquei tempo demais sem atualizar isso aqui (por mais que seja verdade).

Era um daqueles dias chatos de faculdade (como faz tempo, não me pergunte qual). Estava eu matando aula (pra variar) no lendário Tio Percy. E, pra variar de novo, reclamando da vida:

- Pois é, Tio Percy! Se eu soubesse que a faculdade ia ser difícil assim, teria feito medicina!

O tio riu. Uma mulher que estava no balcão ao meu lado me escaneou de cima a baixo tentando descobrir de qual porra de faculdade eu estava me referindo. Como não conseguiu uma resposta, voltou seus olhos para minha pasta, sem saber que, pra variar, era uma da Jornada. Eu, como notei os olhares, escondi a pasta. E a mulher ficou ali parada, totalmente indignada.

2007/08/28

Meu Blog Bobo na Jornada de Literatura!

Foto: João Vicente Kurtz/MBB
Na sessão solene de abertura da 12ª JornadaONacional de Literatura, a coordenadora do evento, professora Tânia Rösing, observava cautelosamente o espetáculo que deu início a esta edição. Pouco depois da foto, os atores desceram do palco e quase atropelaram o fotografo.

Além desta foto, existem outras 120, só desse primeiro dia, que juntas formam um material legal para aproveitar. Mais perto do final da jornada, planejamos um especial fotográfico com todas as bizarrices que conseguimos, inclusive a prova definitiva dos poderes ocultos do secretário de habitação, Rene Cecconello. Demorou mas conseguimos.


A entrega do prêmio Zaffari/Bourbon de literatura foi uma surpresa e tanto, pois poucos esperavam a vitória do moçambicano Mia Couto. As informações disponíveis, de fontes ligadas à assessoria de imprensa da UPF - que, por algum motivo desconhecido, lê esse blog -, garantiam a vitória do enrolador português José Saramago. Por outro lado, durante a abertura, rolavam boatos sobre a eventual vitória de Daniel Galera. Sobre este escritor em particular, a dúvida era outra: caso recebesse o prêmio, Daniel Galera subiria no palco sozinho ou acompanhado da gurizada?


Direto da boca do atual presidente da Academia Brasileira de Letras:

Marcos Vinicios Vilaça: Tânia Rösing não é uma pessoa, é um fenômeno natural!

Será que isso explica o Furacão da Literatura?


Como não poderia deixar de ser, nosso terceiro encontro cara a cara com Luis Fernando Verissimo resultou em vitória nossa. Para quem não sabe, temos um longo histórico de duelos de olhares. A eterna luta entre o escritor e o cara que a Karina Rigo diz que parece com ele começou a muitos anos, sendo transmitida ao vivo pela TVE-RS (o pior de tudo é que toda essa bobagem é verdade).


Agradecimentos especiais para as pessoas notáveis que se fizeram presentes no lançamento oficial da jornada, por ordem de lembrança:

- Assessoria de Imprensa da UPF (comentem aqui se sobrar um tempo);
- Secretário de Cidadania e Assistência Social, Paulo "tudo bem guri" Loss;
- Ex-prefeito municipal e parente, tio Júlio Teixeira;
- Escritor, estrela polar e amigo da Kátia Suman, Luis Augusto Fischer;
- Jornalista Giovana S. Carlos (a foto ficou engraçada);
- Mestra Ingrid

2007/04/18

A capa do mundo é nossa!

A história por trás dessa matéria é mais simples do que pode aparentar. Começou com uma ligação a um dos meus mentores intelectuais: a Tia Ingrid. A idéia da pauta, antes que alguém pergunte, é 100% dela e surgiu da própria discussão dos alunos do Fagundes sobre quem era aquele tio. Por um acaso do destino (leia-se descuido), o senhor Fagundão não foi citado na matéria.

A apresentação desta ao editor Daniel Bittencourt no dia seguinte foi também acaso do destino. Pra quem não sabe, terça-feira é uma das minhas poucas manhãs livres e eu uso ela pra dormir. Sempre. Nas terças e nas quartas, a pessoa responsável por me trazer os jornais é minha mãe. Esse dia ela se esqueceu e eu cheguei na reunião de pauta totalmente sem idéias. Não é que essa pauta estivesse fora dos meus planos, apenas queria deixar ela para quinta-feira, já que me dava mais tempos de pesquisar e fazer a matéria. Ao apresentar as idéias e ver a cara séria do editor, acabei dando a idéia, que ele adorou.

Como a outra pauta que eu tinha também envolvia escolas públicas, apanhei logo a agenda e comecei a ligar para as escolas públicas que eu já tinha anotado o número por causa de outra pauta. A Arno Otto Kiehl era a primeira da lista. A Deonise Gomes, que é a diretora de lá, conversou comigo sobre a primeira pauta, que não resultou em muita coisa. Só por descargo de consciência mesmo que eu entrei no assunto de quem era o tio Otto Kiehl. Confesso que na hora eu não tinha a mínima idéia de como diabos ia fazer o texto. Quando desliguei o telefone, fui correndo conversar com o Daniel: "a Arno Otto Kiehl tá fazendo uma gincana e pesquisando quem era o cara". Ele só olhou pra mim, me alcançou as chaves do carro dele e disse, em bom português:

- 行け、行け、行け!!!

Eu fui.

Otto quem?
O desafio então se tornou chegar na escola. Tudo o que eu sabia é que ela ficava em algum lugar depois dos trilhos. De posse do carro do Daniel, rumei para o lugar onde eu chutei que estaria a escola: perto da AABB. Foram precisos três tentativas para achar o caminho. Na primeira eu me perdi em algum lugar no caminho para a Hípica, na segunda perto do Valinhos e na terceira eu finalmente cheguei. Eram mais ou menos 15:10 e eu tinha que voltar ao jornal antes das 16 horas.

O pessoal da escola me encaminhou até a diretora e, conforme a conversa se desenvolvia, eu já preparava material para fazer a matéria da gincana caso a pauta caísse. E ela realmente ameaçou cair quando fiquei sabendo que os alunos responsáveis pela pesquisa eram do turno da manhã. Quando três estudantes passaram pelo corredor e a diretora os chamou, a pauta estava salva.

Que fique bem claro: a pessoa para quem o retrato de Arno Otto Kiehl (que não é nenhum Dorian Gray) olhava incessantemente era eu. Talvez ele soubesse de antemão o que eu estava fazendo e queria fazer pressão para ser a foto dele a aparecer na matéria. Talvez se o retrato não fosse tão pequeno e eu tivesse a certeza que a pauta não ia cair, até fosse. Tio Kiehl que me perdoe.

Essa aí também é a origem do primeiro parágrafo da matéria. Findada a entrevista com os alunos, percorri com a diretora pela escola e entrevistei a professora Marisa Schleder. Fiz algumas fotos e voltei correndo pro jornal.

"Por que eu?", pensou Nicolau de Araújo Vergueiro
Quando voltei ao jornal ainda não eram 16 horas. Só que o compromisso que eu tinha acabou subitamente desmarcado, me dando tempo de sobra pra fechar as matérias. Nessa hora eu ainda tinha dúvidas sobre como tratar a pauta. O texto sobre a gincana da Otto Kiehl estava até pronto quando resolvi mandar tudo a merda e voltar ao plano original. Escrevi todo o texto e ainda apurei dados para outra matéria antes das 18. Nesse ponto me disseram que a matéria seria a capa. O Daniel só me cobrou uma foto. Até disse que fazia a foto sem problemas, só não ia ter tempo de fechar a segunda pauta. Como não era uma matéria factual, não teve problema.

Com a câmera na mão e a chave do carro na outra, só precisava ter alguma idéia interessante, fotografar, voltar ao jornal, descarregar, analisar e criar uma legenda. Para ficar pronto, só faltava isso, um título e a linha de apoio. Isso tudo em menos de 50 minutos. Não sei porque, mas o primeiro colégio que me veio à cabeça foi o EENAV. Cheguei lá correndo e subi até a secretaria. A pressa era tanto que na hora de explicar para a secretária o que eu queria demorou um bom bocado. Já com a autorização, só faltava uma boa idéia. "Faça algo diferente do esquema de fotografar a fachada da escola" era a ordem do editor. Por via das dúvidas, fotografei a fachada mesmo assim.

Quando eu descia a escada, em busca de uma idéia, o retrato do Nicolau chamou minha atenção. A pauta focava os ilustres desconhecidos da cidade e um deles estava lá na minha frente num retrato bem grande. Colocar um aluno olhando pra ele e fotografar era a coisa mais óbvia a fazer. O título "Quem é esse cara?" surgiu daí.

Confesso que as fotos ficaram horríveis. Não deu pra fazer muita coisa porque as pilhas acabaram e eu voltei correndo pro jornal com o material. Pode parecer que voltei de mãos vazias, só que eu tinha uma boa idéia que compensou. O pessoal do jornal gostou da idéia e o editor pegou a câmera e fez uma foto melhor.

No outro dia, no estado de São Paulo...
A matéria saiu e foi capa do jornal. Passei o dia em função da ACISA e nem pensei em mais nada. No final do dia que me disseram que a Tânia Rösing gostou da história e tinha elogiado. Em menos de uma semana, ela se rendeu aos meus poderes duas vezes.

Te cuida Paulo Becker.

Não basta informar, tem mesmo é que produzir!

jvk: Tio Percy, peguei teu papel higiênico e o jornal emprestado!
Tio Percy: Não tem problema!
jvk: Só que acabei me enganando e li todo o papel higiênico depois me limpei com o jornal!
Tio Percy: Putz!

2006/07/03

Visita à casa da vó

(São 20:10. Vó pega o telefone, disca um número.)

Vó: Alô? É da farmácia do Sesi? Aqui quem fala é Maria Kurtz. Quem é? Fulana (nome omitido por falha de memória)? Olha, fulana, eu to mandando o meu neto aí para trocar um cheque com vocês... como assim não pode? Eu sou cliente de vocês há anos... vem cá! Tu é nova aí né? Quem mais tá trabalhando agora? Só as farmaceuticas? Ah, tudo bem então. É fulana, né? Obrigada. Tchau.

(Desliga o telefone. Faz cara de braba. Olha pra mim. Me assusto)

Vó: Ela vai descobrir com quem se meteu.

2006/03/17

Guia para entender esse blog

Se você é novo aqui, estes são alguns links úteis para entender algumas piadas internas que correm soltas nas piadas:

Tangos e Tragédias
Russian Reversal
The basic laws of human stupidity
Eletronik Supersonik

Chuck Norris
Na Uncyclopedia
Verdades sobre Chuck Norris

Monty Python
Página oficial
Wikipédia

The hitchhiker's guide to the galaxy
Wikipédia
Douglas Adams (na wiki)

Essa parte pode ser atualizada conforme eu for lembrando as outras influências.

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