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    Este blog aprecia opiniões diversas e propostas de debate. Não se acanhe e deixe um comentário!

    2009/12/29

    Xapópolis se prepara para eleicões gerais

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    Pleito foi convocado pelo Xapólatus Maximus da MegaXapins, vulgo Tuff, em anúncio oficial

    HAXIXA - O Xapólatus Maximus de Xapópolis, vulgo Tuff, anunciou nesta segunda-feira a realização de eleições presidenciais no país, a serem realizadas no próximo ano. O pleito servirá para renovar não só o executivo como também o legislativo, já que 1/3 do Parlamento da MegaXapins deverá ser trocado.

    Analistas políticos da Universidade Xalozóica, uma das mais apreciadas do país, fizeram vista grossa ao anúncio. Segundo um comunicado oficial do Instituto de Ciências Xapolais, as eleições serviriam apenas como "engodo para esconder problemas maiores do país".

    Os partidos políticos também foram pegos de surpresa. Lideranças do Partido Pro-k Nabis (PPkN), influente sigla de Xapópolis, afirmaram que este é um momento único na história da MegaXapins. "É a primeira vez que o governo fornece abertura para a democratizarão. Precisamos aproveitar a oportunidade!", frisou o presidente do partido, Kan A. Bis. Em apenas um dia de reuniões, o PPkN oficializou a candidatura de Qsuco de Abacaxi, um político novo no cenário xapolitano, que prometeu que sua campanha traria um "sabor novo para nosso país".

    O Partido Bocas Vermelhas (PBV), tradicional sigla da oposição, reagiu com agilidade ao anúncio de Qsuco como candidado, indicando um nome próprio para a disputa. "Qsuco de Abacaxi é um oponente fresco, motivo pelo qual eu mesmo me prontifiquei a enfrentá-lo em sagrado pleito", justificou Bocão de Groselha, líder do partido.

    O governo xapolitano não fez comentários sobre o anúncio do pleito. Em uma declaracão não-oficial, o Xapólatus Máximus da MegaXapins, vulgo Tuff, teria afirmado que "não importa quem ganhe, o Copo do Poder é meu mesmo! HEHEHE".

    Eleicões movimentam Euráfrica
    O anúncio das eleições de Xapópolis não tardaram a movimentar o cenário político internacional. O Reino de Maroonia, localizado na fronteira norte de Xapópolis, anunciou em comunicado oficial o reforço do patrulhamento nos limites entre os dois países para evitar a disseminação daquilo que chamou de "efeito Homem-Pássaro".

    Mas nem todas as reações foram hostis. O Pequeno Morador, líder político das Ilhas Noínhas do Norte, anunciou que enviará ao vencedor do pleito, como gesto de amizade, duas mulheres pertencentes ao harém particular do governo, composto por todas as mulheres do país. Já a Ovelhândia, tradicional aliada da MegaXapins, se dispôs a enviar alguns de seus melhores torturadores a preço de custo para servirem de fiscais eleitorais em todo o território nacional.

    O governo xapolitano agradeceu as manifestações dos dois países, cedendo um carregamento de Melhor Qualidade às Ilhas Noínhas do Norte e prometendo hospedar os fiscais nos melhores hotéis das Ilhas Kna-bs, conhecido paraíso fiscal de Xapópolis. Além disso, nomeou os Mestres Xapolásticos como acompanhantes oficiais da comitiva da Grande Península de Polentolândia que virá até a MegaXapins para estudar o processo eleitoral, em busca de uma forma inovadora de destruir os países livres.

    O processo eleitoral
    As eleições em Xapópolis são vistas como uma dádiva divina, convocadas diretamente pelo Xapólatus Máximus. Os candidatos são apresentados à população e devem ser escolhidos de acordo com critérios básicos que incluem quanto tempo conseguem ficar sem soltar a fumaça e quantas tragadas dão sem tossir.

    No dia da eleição, os cidadãos xapolitanos se dirigem aos correios e enviam para a sede do partido uma quantidade pré-definida de ervas típicas culturais de Xapópolis. O voto é facultativo. A noite, os candidatos se sentam em volta de uma fogueira e exibem o cigarro que fizeram, quem fizer o maior ganha.

    2009/12/08

    Muralha em preto-e-branco

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    Amanhecia e os primeiros raios de sol já começavam a entrar pelas cortinas abertas. Algum tempo depois, o som das ruas finalmente acordaram o Diretor. Ele tentou se sentar, mas naquele dia em especial sentia o peso do próprio corpo o prendendo na cama. O Diretor não queria trabalhar.

    Foi preciso um esforço homérico por parte dele para pelo menos se sentar. Ele olhou pela janela do quarto andar, esperando ver os terrenos verdes e o som dos pássaros, tão comuns em sua infância, mas que agora foram substituídos pelo barulho dos carros em alta velocidade, as buzinas e os filhos da puta nas lojas gritando merda ao microfone. O Diretor fez uma careta e se preparou para mais um dia de trabalho. Antes de sair do apartamento, parou na sacada, como fazia todas as manhãs. Olhou para o céu nublado e sentiu um pouco de tristeza ao não ver nenhum pássaro voando.

    - Em algum lugar dessa cidade, alguém neste momento está cometendo um crime. Mais cedo ou mais tarde, essa pessoa cruzará meu caminho – pensou.

    Meia hora se passou entre descer até a garagem do prédio, entrar em seu carro e se dirigir para o trabalho. Naquele dia, o Diretor sentiu um estranho prazer ao perceber que havia escapado do trânsito louco da cidade. Nem as muralhas que cruzava todo dia lhe sufocaram. Ele precisou apenas parar o automóvel e buzinar. Em poucos segundos, o grande portão se abriu e ele entrou.

    O Diretor estacionou na mesma vaga de sempre e entrou no pequeno prédio da administração. Ele sabia que aquele dia seria como todos os outros e foi direto para sua sala. Encontrou a secretária e ordenou:

    - Não quero ser incomodado por algum tempo.

    Ela aquiesceu. O Diretor se sentou em sua cadeira, apoiou os cotovelos na mesa, com as mãos no rosto. Na verdade, não queria ser diretor. Desde que fora ordenado como autoridade máxima daquele presídio, sentiu sua liberdade se reduzir ao mesmo nível dos presos por quem era responsável. O emprego lhe reprimia, as grades lhe reprimiam, os muros imponentes lhe reprimiam. Queria na verdade ser poeta. Sempre gostara da pureza dos versos, da liberdade das cadências e da multiplicidade das estrofes. Certo dia, acordou entusiasmado e correu em busca de papel e caneta, onde rabiscou: "meu coração por ti bate como calda de chocolate". Leu e recitou algumas vezes, sorriu com satisfação, vendo que escrevera algo incrível, e foi trabalhar assobiando.

    Na verdade, o Diretor acreditava que a atmosfera do Presídio fez com que sua própria criatividade o deixasse, sussurrando os mais bonitos versos que eram seus por direito nos ouvidos de outra pessoa sem o menor talento ou mesmo merecimento para tão avançada forma de poesia. Preso nesse círculo de pensamentos, o Diretor demorou a perceber o Sampaio batendo na porta.

    Sampaio era seu braço direito, o homem mais confiável daquele lugar. O Diretor tentou avisar Sampaio que aquele não era lugar bom pra trabalhar, que ele merecia coisa melhor, mas ao contrário de si mesmo, o Sampaio parecia ter sido feito para a coisa. Era uma amizade improvável a que eles cultivavam. Improvável, mas verdadeira.

    Também foi graças ao Sampaio que o Diretor proclamou aquela que por muito tempo foi considerada sua melhor rima. Estavam os dois em uma festa de fim de ano do trabalho, junto com outros agentes carcerários e funcionários do presídio. O Diretor naquele momento era o centro das atenções, pois disputava com o amigo o prêmio mais cobiçado da noite: Campeão Interno de Truco. Após algumas rodadas de extrema má sorte, o Diretor conseguiu uma mão boa. Ao contrário do Sampaio, não tinha manilha alguma, mas conseguiu virar o placar de 22x21 e vencer com um grito caloroso:

    - Alô Sampaio! Canto Flor e saio!

    E agora estavam os dois ali, frente a frente na mesma sala. O Diretor demorou para perceber o semblante de preocupação do amigo, mas ele só precisou de poucas palavras para atualizar a situação:

    - Aconteceu de novo.

    Um calafrio percorreu o Diretor. Em poucos momentos, os dois cruzavam juntos os corredores mal iluminados até entrarem no pátio de recreação. Naquela hora, muitos detentos estariam ali desfrutando algumas horas de sol, mas, nesse dia em especial, um incidente os privou de tal dádiva.

    O Diretor se aproximou de uma escada de madeira, que um policial havia usado para subir até o telhado e neste momento descia carregando uma carga curiosa. O Diretor apanhou o objeto com as mão suadas.

    Não era a primeira vez que aquilo acontecia. O presídio ficava dentro da área urbana da cidade. Era comum que pessoas passassem por lá e atirassem pacotes para dentro da instituição, mas esses pacotes geralmente eram drogas, celulares, até mesmo cachaça. Uma rede de proteção foi colocada na tentativa de diminuir os arremessos, mas sua eficácia diminuía dia após dia. Uma vez, em uma revista de rotina, acharam até mesmo um livro didático perfurado, que era usado para esconder maconha, mas nada daquele jeito.

    O Diretor olhou para o objeto arremessado. Tratava-se dos dois volumes de O vermelho e o negro, de Stendhal. Os livros eram antigos e grandes, daqueles pesados e de capa grossa. O Diretor rompeu a corda que prendia os exemplares juntos com um canivete que sempre guardava no bolso por precaução. Abriu e foleou os livros, mas não encontrou a droga.

    Encaminhou-os para a perícia, apreensivo. Não sabia do que se tratava. Seria um código secreto? Estariam os detentos planejando algum tipo de rebelião? Ou trariam os livros uma droga nova, que nem a polícia conhecia? O pior é que não havia nenhuma pista de para quem pudesse se destinar a encomenda. O Diretor sabia, entretanto, que os detentos possuiam seu código de honra, que jamais trairiam uns aos outros, muito menos delatariam um companheiro.

    Muitas horas se passaram. O Sampaio entrou novamente na sala ao encontro do Diretor. Trazia embaixo do braço os livros. Soltou-os com vontade na mesa, anunciando que a perícia nada tinha encontrado. Não havia drogas nos livros. O Diretor pegou os volumes, caminhou até um armário no canto da sala e abriu. Dentro dele haviam livros de grandes mestres da literatura universal, como Goethe, William Shakespeare, Machado de Assis, Franz Kafka, Douglas Addams e outros. Todos encontrados em situações parecidas. O Diretor olhou para o Sampaio e o amigo entendeu a expressão de quem pede por uma luz, uma peça do quebra-cabeça:

    - As vezes eu me pergunto – disse o Sampaio – e se for só alguém que quer ler essas coisas?

    Um estalo atingiu a cabeça do Diretor. Em um instante, todas as dúvidas se dissiparam, toda a paranoia se foi. E se fosse isso, apenas isso? Um detento aproveitando seu tempo livre para se aprofundar na cultura erudita? Era improvável, realmente, mas não impossível.

    O Diretor nutriu essa ideia pelo resto do dia. Nunca descobriria quem era o preso ilustre, mas sentia um estranho alívio. Ele não estava mais sozinho, pois dentro daquelas muralhas em preto-e-branco, não era o único a aspirar à liberdade. Quando o expediente acabou, entrou no carro e saiu. Após passar pelo portão, parou o carro e desceu. Olhou para as muralhas que lhe causavam tanta opressão e sentiu-as menores. Respirou fundo algumas vezes e voltou para o carro. Uma vez em casa, foi dormir tranquilo e entusiasmado. Um novo dia de trabalho o aguardava.

    2009/11/27

    Torneio de Yu-gi-oh! - Deck 4

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    A partir de amanhã, os quatro melhores decks do campeonato. Aguardem!

    Avner
    Deck: 40 cartas
    Side: 5 cartas

    Monster (19)
    1x Battle Ox
    1x Blue-eyes white dragon
    1x Decoy dragon
    1x Hane-Hane
    1x Hyozanryu
    1x Kaiser sea horse
    1x La Jinn the Mystical Genie of the Lamp
    1x Luster dragon #2
    1x Opticlops
    1x Paladin of white dragon
    1x Sasuke Samurai #4
    1x The Dragon Dwelling in the Cave
    1x Trap master
    2x Lord of D.
    2x Mirage dragon
    2x Raging flame sprite

    Spell (9)
    1x De-spell
    1x Fissure
    1x Flute of summoning dragon
    1x Megamorph
    1x Mountain
    1x Offerings to the doomed
    1x Rush recklessly
    1x Soul exchange
    1x White dragon ritual

    Trap (12)
    1x Burst breath
    1x D. Tribe
    1x Defense draw
    1x Dust tornado
    1x Gift of the Mysical Elf
    1x Jar of Greed
    1x Just desserts
    1x Shadow spell
    1x Threatening roar
    1x Trap hole
    2x Astral barrier

    Side deck:
    1x Abare Ushioni
    1x Mad sword beast
    1x Malice dispersion
    1x Ceasefire
    1x Spell purification

    2009/11/25

    Torneio de Yu-Gi-Oh! - Deck 3

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    Mais um deck. Divirtam-se e comentem!

    Jogador: Raphael
    Deck: A legendary Ocean (45 cartas)

    Monster (21)
    1x Amphibius bugroth MK-3
    1x Gemini lancer
    1x Kuriboh
    1x Levia-dragon - Daedalus
    1x Marshmallow
    1x Mermaid archer
    1x Nightmare penguin
    1x Snowman eater
    1x Star boy
    1x Swarm of scarabs
    1x Yomi ship
    2x Mermaid knight
    2x Spined gilman
    3x Mother Grizzly
    3x Penguin soldier

    Spell (15)
    1x Brain control
    1x Creature swap
    1x Dark core
    1x Fissure
    1x Lightning vortex
    1x Malevolent nuzzler
    1x Mystical space typhoon
    1x Nobleman of crossout
    1x Riryoku
    1x Salvage
    1x Terraforming
    1x Tribute to the doomed
    3x A legendary ocean

    Trap (9)
    1x Cemetery bomb
    1x Draining shield
    1x Dust tornado
    1x Gravity bind
    1x Tornado wall
    1x Waboku
    1x Wall of revealing light
    2x Sakuretsu armor

    2009/11/24

    Torneio de Yu-gi-oh! - Deck 2

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    Segue o segundo deck usado no torneio de sábado. Como sempre, comentem!

    Jogador: Nicolas
    Deck: A legendary Ocean (48 cartas)

    Monster (24)
    1x Anphibian bugroth MK-3
    1x Aqua madoor
    1x Armed sea hunter
    1x Levia dragon Daedalus
    1x Mad lobster
    1x Mermaid knight
    1x Mobius the frost monarch
    1x Ocean dragon lord - Neo-Daedalus
    1x Shark cruiser
    1x Space Mambo
    1x White night dragon
    2x 7 colored fish
    2x Fenrir
    2x Nightmare penguin
    2x Sea Serpent Warrior of Darkness
    2x Unshaven angler
    3x Mother Grizzly

    Spell (13)
    1x After the struggle
    1x Big wave small wave
    1x Field barrier
    1x Hammer shot
    1x Heavy storm
    1x Level returner
    1x Mystical space typhoon
    1x Water hazard
    2x Salvage
    3x A legendary ocean

    Trap (11)
    1x Altar for tribute
    1x Call of the haunted
    1x Doppelganger
    1x Dust tornado
    1x Gravity bind
    1x Penalty game
    1x Remote revenge
    1x Spell shield type-8
    1x Tornado wall
    1x Torrential tribute
    1x Xing zhen hu

    2009/11/23

    Torneio de Yu-gi-oh! - Deck 1

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    Segue o primeiro deck usado no torneio de sábado. Use os comentários para dizer o que você achou!

    Jogador: Caethel
    Deck: 46

    Monster (28)
    1x Asura priest
    1x B.E.S. Crystal core
    1x Brain jacker
    1x Catapult turtle
    1x Dice jar
    1x Element doom
    1x Elemental hero Clayman
    1x Gravi-crush dragon
    1x Hane hane
    1x Healing wave generator
    1x Jerry beans man
    1x Mysterious guard
    1x Obnoxius celtic guard
    1x Renge, gatekeeper of dark world
    1x Shield warrior
    1x Shining friendship
    1x Skull red bird
    1x Summoned skull
    1x Tsurugi hime
    1x Urabi
    1x White ninja
    2x Divine dragon Ragnarok
    2x Golem sentry
    3x Insect knight

    Spell (11)
    1x Ballista of rampart smashing
    1x Creature swap
    1x Domino effect
    1x Double attack
    1x Goblin's secret remedy
    1x Raregold armor
    2x Block defense
    3x Reload

    Trap (7)
    1x Dora of fate
    1x Just desserts
    1x Pole position
    1x Reckless greed
    1x The emperor's hollyday
    1x Trap dustshot
    1x Xing zhen hu

    Resultados do campeonato de Yu-Gi-Oh! de sábado!

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    Leonardo Fontana (D) recebe o prêmio do campeonato das mãos de Jonhy Kossman

    Como o pessoal do meio já sabe, realizamos um campeonato não-oficial de Yu-gi-oh! Neste sábado, dia 21. Foram oito jogadores disputando ferozmente em busca do prêmio, um booster especial de aniversário com oito cartas clássicas com arte nova.

    Após horas de duelos, não podemos dizer que alguém, com exceção do @sikaoh, perdeu [o horário]. Na verdade, todos venceram, mas um venceu mais que os outros, e esse foi Leonardo Fontana, o grande vencedor do torneio. Com um deck Gladiator Beast, Leonardo sobreviveu às 3 rodadas, apenas perdendo um duelo da match contra seu rival William Sommer. Os dois protagonizaram o duelo mais aguardado do campeonato, que ocorreu durante as semifinais.

    Para aqueles que estão se matando de curiosidade, seguem os tipos de decks que apareceram no torneio:

    1x Gladiator Beast
    1x Crystal Beast
    2x Equip beatdown
    2x A legendary ocean
    2x Decks aleatórios

    A primeira rodada do campeonato já trouxe surpresa. Após sortearmos a ordem dos duelos, constatamos que os quatro grandes favoritos não se enfrentariam no início. As chaves do duelo foram:

    Mesa 1:
    Felipe (Equip. Beatdown) 2X0 Caethel (deck aleatório)

    Mesa 2:
    Lucas (Equip. Beatdown) 2x0 Raphael (A legendary ocean)

    Mesa 3:
    Sommer (Crystal beast) 2x1 Avner (deck aleatório)

    Mesa 4:
    Nicolas (A legendary ocean) 0x2 Leonardo (Gladiator beast)

    As rodadas seguiram o padrão de 40min cada, mas esse tempo não foi necessário. Como que para mostrar que não veio para brincadeiras, Leonardo foi o primeiro a vencer a rodada. As chaves seguintes foram:

    Mesa 5:
    Leonardo (Gladiator beast) 2x1 Sommer (Crystal beast)

    Mesa 6:
    Felipe (Equip. beatdown) 2x0 Lucas (Equip. beatdown)

    Esta rodada foi interessante porque trouxe o único mirror match do campeonato, já que os decks de A legendary ocean foram eliminados na primeira rodada. E jogando naquela que foi considerada a final antecipada, Leonardo e Sommer deram tudo de si, mas no final, aquele foi o vencedor.

    Após um breve intervalo, a nem-mais-tão aguardada final começou, assim como a disputa pelo terceiro lugar:

    Mesa 7 (final):
    Leonardo (Gladiator beast) 2x0 Felipe (Equip. Beatdown)

    Mesa 8 (disputa do terceiro lugar):
    Sommer (Crystal beast) 2x0 Lucas (Equip. Beatdown)

    Com a vitória, Leonardo sagrou-se o primeiro campeão e recebeu o tão aguardado prêmio. Sobre sua participação, nosso campeão afirmou: “a final foi muito fácil”. Considerando que alguns dos decks mais fortes do nosso meta não participaram.

    O grupo de Yu-gi-oh! Se reúne nas tardes de todo santo sábado (e os não-santos também) no shopping Bento Brasil e está sempre de braços abertos para novos membros.

    E, a partir de hoje, postaremos todos os dias um dos decks usados no campeonato. Fique ligado e tenha um bom duelo!

    2009/11/02

    Morram de inveja!

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    Um presente pra todo mundo que, nesse exato momento, morre com o calor de 36 graus.

    2009/10/28

    Pérolas da Jornada

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    Em nossa noite circulando por ai na Jornada de Literatura, levantamos algumas coisinhas legais que ocorreram dentro – e fora – do Circo da Cultura. Confira!

    Chegada antecipada
    O conferencista Guilhermo Arriaga, cuja palestra fora marcada para a quarta-feira, chegou durante a noite de terça em Passo Fundo. Ele foi até a Jornada de Literatura e se sentou com a professora Tânia Rösing para conversar. Alguns jornadetes que reconheceram o cara (mas que provavelmente nunca antes ouviram falar dele) se aproximaram pedindo autógrafos e fotos. Arriaga atendeu a todos, chegando inclusive a tirar a seguinte foto:



    Incômodo é você!
    Um participante da Jornada de Literatura cruzou com o deputado Beto Albuquerque em algum lugar do Circo da Cultura. Ele abordou o político e pediu se eles podiam conversar sobre certos assuntos particulares. Beto concordou e eles trocaram algumas idéias. Durante a conversa, ambos foram interrompidos por uma grande figura da Jornada, que perguntou de forma rude ao deputado se ele estava sendo incomodado. Beto Albuquerque delicadamente contrariou a figura, dizendo que eles estavam tendo uma conversa séria e que não queriam ser interrompidos.

    Esse não tem muito
    No encontro estadual de escritores, um professor da UPF se aproximou sorrateiramente, carregando três DVDs do próprio filme, para dar de presente ao cineasta Jorge Furtado. A mesma coisa aconteceu quando um professor de história deu o próprio livro ao Tom Cardoso. Pode não parecer, mas a pessoa fica ridícula fazendo isso.

    Design falho
    Que falta faz um especialista em ficção científica as vezes. O pessoal do curso de Engenharia da UPF passou por poucas e boas tentando montar o robô-gimmic da Jornada. O problema está no formato das pernas, que não permitem que o robô se locomova para a frente. Todos do curso foram chamados para tentar resolver o problema. Nos bastidores, o livro-robô está sendo chamado de "robô-siri". Bom nome.

    A bad case of...
    Algumas pessoas reclamaram que certos restaurantes da praça de alimentação da Jornada estão vendendo sanduíches naturais estragados. Na hora de se alimentar, tome cuidado.

    Frase da noite:
    Certamente não teremos pérolas como a criança pelada, mas uma frase certamente faz jus ao espírito da noite:
    - Que falta faz a Tene para autografar o crachá dos outros!

    A propósito...
    A letra da noite foi X.

    2009/10/27

    Papo rápido com Paulo Becker

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    Durante a programação da 13a Jornada, encontramos com o professor Paulo Becker buscando seus filhos dentro do Circo da Cultura. Paulo Becker é um grandes nomes nos bastidores da Jornada, por isso não podíamos perder a oportunidade. Seguimos o professor e a família ao melhor estilo stalker até um lugar onde pudéssemos conversar melhor. Surpreendido, Paulo Becker nos concedeu, ainda que meio confuso, a seguinde entrevista:

    jvk: Ano novo, Jornada nova. Como o senhor se sente em mais uma edição da Jornada de Literatura?

    Paulo Becker: É uma satisfação ter mais uma edição da Jornada. Nós tivemos muitas dificuldades esse ano, mas ela saiu e eu estou feliz por isso.

    jvk: A pergunta que todo mundo faz: como é escrever a música pra Jornada?

    Paulo Becker: É uma coleção de temas. Tem influências do século XIX e também do Raul Seixas, misturando o próprio tema da Jornada, que é a relação entre o real e o virtual. Uma verdadeira salada!

    jvk: Essas influências revelam mais ou menos como as coisas são hoje em dia? Que tipos de alterações essa culturais e – especialmente – literárias a pós-modernidade trouxe?

    Paulo Becker: Acho que não dá pra responder, porque estamos vivendo tudo isso agora. Talvez só as futuras gerações tenham como dizer algo sobre isso.

    jvk: Muito obrigado pelo seu tempo, professor.

    Paulo Becker: O prazer é todo meu. Alias, eu não te conheço de algum lugar? Tu não fostes meu aluno?

    jvk: Sim. Segundo semestre de 2004, Teoria da Literatura I. Naquele ano, durante a Jornada, o senhor autografou dois livros meus1.

    Paulo Becker: Que legal!

    jvk: Eu reprovei na matéria.

    Paulo Becker: Ah...

    Notas:
    1- em 2004, não houve Jornada de Literatura. O evento em questão ocorreu em 2005.

    2009/10/20

    O gato atropelado

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    Poucos sabem, mas Passo Fundo possui um karma forte para gatos estranhos. Tivemos a história do gato-bomba e dos gatchorros, mas uma que eu não esqueço (até porque eu cobri) é a história do cara que fez espetinhos de gato e vendeu pra vizinhança (e que depois descobrimos se tratar do vizinho da Lisi).

    Pois esta tradição chegou ao outro lado do mundo. Uma empresa japonesa (pra variar) se baseou nessa história (not!) para criar isto aqui:



    Apesar das semelhanças com as fotos do gato morto (que não dá pra mostrar aqui), ainda acredito que este brinquedinho se inspira naquele clássico episódio do Chaves (parte 1 e parte 2) – se você não sabe qual, não teve infância.

    Via Geekologie via Boing Boing via Tokyomango - ou o contrário.

    2009/10/17

    Pequeno diálogo poético

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    (em homenagem à formatura do @robsonrott)

    O egocêntrico:
    As vezes tenho delírios de grandeza.
    O resto do tempo tenho certeza.

    O nerd apaixonado:
    Roses are red,
    violets are blue.
    All of my base
    are belong to YOU!!


    O egocêntrico:
    (O meu é bem melhor!)

    2009/10/05

    Nova enquete: sonhos de uma noite de verão

    4 comentários

    O inverno se foi, a primavera está ai e hoje o dia foi extremamente quente. Claro que, enquanto escrevo esse texto, uma vizinha se atormenta logo depois da minha janela.

    Mas não vamos falar de coisas tristes!

    O verão está ai e com ele as meninas semi-nuas desfilando e nos tornando inimigos dos nossos próprios hormônios. Nada melhor para comemorar que responder a uma enquete enquanto o mundo cai lá fora.

    Portanto, junte sua família, seus amigos e – principalmente – seus colegas de trabalho. Debatam bastante e respondam à pergunta e depois deixem um comentário (o botão fica lá em cima):

    É verão. Você está caminhando na praia durante a noite quando dá de cara com uma moita. De repente, e para sua surpresa, pula de dentro dela uma pessoa e te assusta.

    E se você não sabe o que é a Euráfrica, shame on you!

    2009/10/02

    Considerações sobre espaço, tempo e o trabalho OU procrastinação remunerada (tudo isso ao som de Wander Wildner)

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    Legal. São cinco e meia da tarde e eu, como bom nerd que sou, conto os nanossegundos para cair fora do trabalho.

    Eu mesmo assim poderia deslizar por baixo da mesa, escorregar pelos corredores e fugir pela porta da frente, depois de bater com a cabeça no vidro após um sinal mal-interpretado de vitória. Mas nesse processo eu seria visto por pelo menos três pessoas, além de causar muitas risadas aos outros.

    Minha auto-estima não agüentaria.

    Mas supondo que eu, por algum motivo miraculoso ou doses exageradamente grandes e circunstanciais de sorte, conseguisse sair do prédio e pudesse não me preocupar com as câmeras de segurança, ainda teria que enfrentar o terrível perigo do portão da frente.

    Não que o terreno do trabalho não seja escapável (a regra paranóica número um estipula que “quando começar um novo emprego, defina rotas e saídas de emergência”), o problema é o maldito ponto. Esta ferramenta antiga e moralista, inimiga eterna das pessoas que, assim como eu, não tem nada para fazer numa sexta-feira à tarde (pelo menos, na última meia hora de trabalho).

    Não é uma sensação nova. Nas aulas de matemática da quarta-série eu já brincava com meus materiais escolares, inventando jogos como forma de passar as lições chatas e inúteis, apenas para ouvir bronca da professora por não prestar atenção.

    Escute bem, sua velha chata: suas aulas eram podres e eu estava muito melhor sem elas. Você também era insuportável e deve dar graças ao seu deus por nunca mais ter cruzado a minha frente.

    O primeiro grau era uma fase no espaço-tempo contínuo muito estranha (até porque hoje o espaço-tempo nem é mais tão contínuo assim). Naquela época, homens eram verdadeiros homens, mulheres eram verdadeiras mulheres e as universidades possuíam o monopólio do ensino e do diploma.

    Felizmente, tudo isso acabou e eu posso mandar todo mundo à merda via internet. Mas não vou fazer isso.

    A merda não merece vocês.

    2009/09/22

    Pequena história de amor eterno

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    Essa é uma história que aconteceu anos atrás.

    Uma fria manhã qualquer de setembro, acordei atrasado e fui para o trabalho. Como estava o dia, não sei. Na verdade nem sei se acordado estava. Era uma manhã fria e eu estava na parada.

    Quando cheguei, o iPod tocava Invoke. Foi então que eu a vi: era mais alta que eu e usava óculos escuros. Não parei ao seu lado, pois sabia que diversas alterações hormonais impróprias poderiam me levar a uma situação constrangedora. Quando se esta meio acordado as 8 horas da manhã (ou qualquer hora e manhã), o que menos se quer é se incomodar.

    Sentei no banco um pouco mais afastado dela. Ter de olhar para a rua para ver se vinha ônibus me dava a desculpa perfeita para observá-la. Ela, suspeito eu, também tentava disfarçar olhares ocasionais.

    Talvez se não fosse cedo da manhã, eu tivesse a coragem de conversar com ela. Talvez, se eu não estivesse atrasado, eu teria pego o mesmo ônibus dela para descobrir onde ela trabalhava. Talvez estivesse naquele momento nascendo uma linda história de amor. Ela se virou em minha direção, talvez decidida ao passo inicial que a prudência me impedia de dar.

    Naquele momento, chorei por Natarle Badgiruel.

    A guria estancou o passo. Por debaixo dos óculos escuros, seus olhos demonstravam uma provável expressão pasma. Nesse momento, um ônibus da linha Prefeitura – Nenê Graeff apareceu, ela embarcou e se foi. Abandonou-me na praça Tochetto, lamentando uma morte que ocorrera anos antes (ou depois, porque Gundam Seed se passa num futuro pra caramba).

    Eu nunca mais a vi. E quando me lembro dos eventos ocorridos naquela manhã, uma dor me sobe ao peito e eu novamente honro a memória da gloriosa capitã da Aliança, que morreu de forma honrosa ao salvar a vida de seus amigos.

    João Vicente Kurtz, ao pesquisar dados para esse texto, festejou ao descobrir pelo menos dois finais alternativos onde o Mu La Flaga sobrevive.

    2009/09/18

    As xoxoxetes

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    Se é bom o suficiente para ir pra página inicial do Ovelha Elétrica, é bom o suficiente pra mim. Dica do @sirportela.

    2009/09/15

    Twitter vai permitir publicidade

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    O Twitter já conseguiu a popularidade. Agora, quer o dinheiro. O mais conhecido sistema de microblogging da rede, onde os usuários podem se comunicar com mensagens instantâneas curtas, conta com mais de 45 milhões de visitantes por mês – que usam o serviço gratuitamente. Esta semana, o site anunciou uma revisão em seus "termos de serviço" para deixar claro aos usuários que pode servir de plataforma para anúncios publicitários.

    "Deixamos as portas abertas para a publicidade. Queremos manter nossas opções em aberto", escreveu o fundador do Twitter, Biz Stone, no blog oficial do serviço, que foi lançado há dois anos. A venda de espaços publicitários continua a ser a principal maneira de sites gerarem renda para continuar gratuitos para os internautas.

    Alguns analistas são céticos quanto ao uso de publicidade em redes sociais como o Twitter e o Facebook. Eles argumentam que anunciantes relutam em misturar suas marcas com o conteúdo – imprevisível – produzido por usuários. Já Stone vê o problema pelo outro lado: teme irritar seus fiéis internautas ao bombardeá-los com anúncios em suas páginas. Há quem acredite, entretanto, que os anunciantes deveriam ver as redes sociais como lugares onde os consumidores entram todos os dias; ou seja, ótimas oportunidades para expor seus produtos.

    Informações da Reuters [10/9/09] via Observatório da Imprensa.

    2009/09/11

    A Caravana chegou!

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    Surpreendida pela Caravana do Chocolate, Amanda afirmou o óbvio: "vocês são loucos!"

    É uma noite chuvosa e você está em casa. A tv exibe um dos últimos capítulos da novela, mas você não se importa. Afinal, nenhum canal passa programas que vão lhe interessar nesse momento, mesmo com tv a cabo. Você não sabe, mas algum tempo antes, um evento de proporções magníficas teve início. É uma noite chuvosa. Outras pessoas, assim como você, também estavam entediadas. Foi então que @robsonrott disse:

    Eu tenho um bolo de chocolate e não tenho medo de usá-lo!

    Assim começou a grandiosa Caravana do Chocolate, um flash mob tão instantâneo que nem seus participantes sabiam que ele iria acontecer. Três jovens entediados, um bolo de chocolate, uma faca, um carro e a vontade de espalhar caos e destruição doces e risos pela cidade. O que poderia dar errado?

    Foi assim que a noite se tornou alegre. Da São Cristóvão à Nenê Graeff, pessoas que olhavam sem expectativas para um céu enegrecido (era noite) agora podiam vislumbrar a felicidade em um pedaço de bolo. Surpresa pela Caravana, disse a Fabi:

    A caravana do Sexteto Sinistro veio até a casa da Dona Fabona com um lindo bolo de chocolate em uma noite fria e chuvosa. O bolo era de um tamanho médio com cobertura dupla (!!) de chocolate. Após o primeiro pedaço pequenos brilhos surgiram pela casa. O encanto do Sexteto me dopou de chocolate e ajudou a fazer dois parágrafos da monografia, vulgo monozine. Viva a caravana do melhor bolo de chocolate do mundo mundial.[mWahahaha]

    Além dela, outras pessoas também receberam a benção da Caravana do Chocolate. Entre elas estavam a loira Bia, Vivi, Amanda (Imperatriz do Mal), Aline Morena, Vanessa Ruiva e a Luana.


    Após um dia cansativo de trabalho, Beatriz sabia de apenas uma coisa: "te vejo mais tarde!"

    Claro que nem tudo foi festa na Caravana do Chocolate. Houveram pessoas que se recusaram a receber a benção do bolo. Entre elas, destacamos a @titaganzer e a @x_x_chan. Além delas, outras pessoas não atenderam o chamado da Caravana, perdendo uma ótima oportunidade. É o caso da Fefa Fernanda, da Fernanda Canofre e da Letchi.

    Apesar dos problemas, a Caravana do Chocolate foi um tremendo sucesso. Se você gostou da idéia, não perca a oportunidade de conferir nossa galeria!

    2009/09/08

    Ovomaltine conquista o mundo

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    Escrever durante a aula é um saco, mas vamos lá.

    Nossa última enquete teve público cativo menor, mas isso se deve em grande parte ao Intercom, que deslocou todo esforço que deveria ser usado para atrair gente pra cá.
    Como era de se esperar, a opção mais votada foi o grande ovomaltine. Como bem disse a Lisi semana passada:

    Mas também! Com ovomaltine na lista é sacanagem!

    Como nós tomamos ovomaltine juntos na quinta-feira, provavelmente é verdade.

    A história do "mamãe, mamãe" é uma clara referência ao @robsonrott. Uma tarde, enquanto caminhava pelo shopping feliz, contente e serelepe, foi atacado por uma Letchi que, se jogando contra ele com tudo, gritou as palavras referidas. Quem viu, temeu.

    Em segundo lugar está o quentão da Lali, nossa ET de plantão. Claro que a ligação ET <-> quentão foi uma óbvia referência. Que, alias, deu certo, visto os quatro votos deu certo. Sobre o quentão da Lali, se você não bebeu, beba.

    Logo em seguida, vem uma noite de verão andain na piscina. Enquanto um monte de gente pulava e bebia na piscina, Tex preparava uma caipirinha. Confuso, adicionou sal ao invés de açúcar e muitas pessoas ficaram bêbadas. Quem mais votou nessa opção foi o Tuff, por motivos desconhecidos.

    E se você tem curiosidade de saber o que diabos vem com arroz com bife, prometemos contar essa história outra hora. Mas não espere uma resposta. Ainda não descobrimos.

    2009/09/01

    Nova enquete: lembranças de uma noite alucinante

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    Ah, a música. Som para os nossos ouvidos, insônia para nossos vizinhos. O que seria de nossas festas escondidas em casa (quando os pais viajavam) se não fosse a música (e o álcool)? O que seriam aqueles momentos de silêncio constrangedor se não fosse a trilha sonora?

    Para homenagear esse grande instrumento da nossa cultura sub-15 contemporânea, música é o assunto de nossa pergunta de hoje:


    O cenário: Que noite louca que tivemos ontem! Eu disse coisas que nem me lembro mais. Te fiz tomar uns drinks e disse que te amava. Embora fosse mentira e eu tenha dito só pra te comer, algumas dúvidas permanecem. Por isso, eu gostaria que você me contasse...



    Depois de votar, conte nos comentários como foi o seu fim de semana.

    P.S. Os eventos a que essa enquete se referem são totalmente fictícios.

    P.S. 2: Essa enquete está recheada de piadas internas. Quando ela fechar, explico todas (ai!)